terça-feira, 13 de abril de 2010

A vida é um jogo



A vida é um jogo,
nao se pense que é prazer facil,
que há flores e pores-do-Sol todos os dias.
Coisas bonitas a toda a hora
se assim for já estou enjoado do bonito,
cego, com os sentidos tapados.

O bom da vida será jogar,
não se pense que é dinheiro facil.
Se fosse toda a gente estava bem.
O bom Será o conseguir lutas pequenas
destruir grandes açucenas.
Compor ou desmanchar poemas.

A vida é a obra prima,
seja a destruição total
composta musicalmente
num grafico de emocão
rasgante e clemente.

Analisando a vida,
tendo prazeres diferentes,
sem o viciar do repetir
uma flor que se deve largar a partida
se para si a vida é querida.

Não querendo eu jogar como um viciado,
escrevo e analiso já agarrado,
rimo cartas e quimicos coloridos,
já conheço tudo pelo ar mais triste.

Nunca eu já tendo chegado ao fim,
nunca saberei se ao quebrar a regra
estou próximo, porque tanto nasci
tanto me escrevi, talvez este seja o final,
sendo eu um ser animal.

5 comentários:

Tatiana disse...

que escritor :D está mesmo fixe o poema!! *

Unknown disse...

Se assim é...
...joguemos pois!
Olá R&C (isso é nome?)
Obrigado pela visita ao meu blog e pelo elogio.
Quem faz poema com dores, sabores e cores, sabe onde pisa e aonde quer chagar.
Vá em frente! Enfrente! Você chega lá!

Ruben Rodrigues disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Leo Curcino disse...

vamos jogar limpoo então. ou não.

Sónia Costa Campos disse...

Que engraçado, também escrevi um com esse título, há muitos anos atrás; é inegável, a vida é mesmo um jogo. obrigada meu caro. :)