
A vida é um jogo,
nao se pense que é prazer facil,
que há flores e pores-do-Sol todos os dias.
Coisas bonitas a toda a hora
se assim for já estou enjoado do bonito,
cego, com os sentidos tapados.
O bom da vida será jogar,
não se pense que é dinheiro facil.
Se fosse toda a gente estava bem.
O bom Será o conseguir lutas pequenas
destruir grandes açucenas.
Compor ou desmanchar poemas.
A vida é a obra prima,
seja a destruição total
composta musicalmente
num grafico de emocão
rasgante e clemente.
Analisando a vida,
tendo prazeres diferentes,
sem o viciar do repetir
uma flor que se deve largar a partida
se para si a vida é querida.
Não querendo eu jogar como um viciado,
escrevo e analiso já agarrado,
rimo cartas e quimicos coloridos,
já conheço tudo pelo ar mais triste.
Nunca eu já tendo chegado ao fim,
nunca saberei se ao quebrar a regra
estou próximo, porque tanto nasci
tanto me escrevi, talvez este seja o final,
sendo eu um ser animal.