sexta-feira, 11 de junho de 2010

Na nossa cadeira na casa de Campo.


\Na nossa cadeira na casa de Campo.

Olá existencia minha,
que assutador que fica adormecer
o repousar dos dias, sem ti.
Espero-te junto á porta.

Espero que sejas breve,
è primavera e tenho guardado
tudo, o que tem petalas
e nasceu verde pelos meus jardins.

Assim se conta um amor tão forte,
encatador, momentos por nós plantados
só quero que sejas breve,
Espero-te junto á porta.

Que esta cadeira está cada vez mais
triste e dura, existente barreira
para o jardim florido que é todo
teu, como o ceu azul sem fronteiras.

Os gatos andam selvagens,
as minhas crianças rebolam
com os caes, ficam a pensar
em ti, de nobre existencia
Esperamos-te junto á porta.

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