
perferia tar a morrer,
porque já nao me percebo,
já nao me existo
tu criaste em mim toda a diverção.
"Criaste"! Maldito passado que já soubes-te
arrastar a perfeição, e sobeste querer-la perder.
pelo desejo de nada desejar,
pela vontade de não querer
mem existir mais, nem respirar mais
Crias uma doce morte, um abafar suave do ego,
Matar do ser, sendo ele um pobre cobarde
que escolheu horas e dias de morte lenta,
Em vez de um final nobre,com consciencia e com funeral.
Antes eu fosse parvo, e me asficiasse na decisão,
tomando-a vezes sem conta até parar o coração,
com a droga pulvorosa cortava a vida,
caminhava em ombros, e se tu me visses pessoa querida.
Ia caminhando sereno, morto.
Não haveria descoforto, a eternidade encontrava-se no encontro.
OS bichos nasciam em mim, tudo isto revolução.
Um salto deste nojento presente calmo, cheio de maneiras
que mais nimguem consegue respeitar.
Sem modos e maneiras, inteligencia e eloquencia,
nem da faca peço clemencia.
"epocas de Caminhos em Ombros"
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