sexta-feira, 6 de março de 2009

Sorrir-me assim outra vez


Apesar de estranho, e de eu o ser assim.
Nao o querer , mas estar e ficar
hoje,
quero,
aqui,
morar, para sair daqui ir para outro lugar

e onde sem querer nao estava,
planava, esforçava e descaia-me por baixo de mim mesmo.

Para aqui estar, para ver que tu és
esta criança, que volta atraz para ver se é
o que era, e que tem o que o Amor lhe dera.

Pairando, olhando e beijando,
como menino que sente o que traz,

cada toque e cada instante,
é um sorriso que faz como pequenos sorrisos.
que nos olham e cumprimentam ,
daquele nosso amiguinho, Adeus!
Gostei de voltar a ser-te.

Ruben Carmo Rodrigues,
obrigado

uma imagem, que nao vale de muito,

3 comentários:

Anónimo disse...

Ruben...
Não tenho palavras para descrever o que senti quando li isto..é algo confuso mas, ao mesmo tempo, perfeitamente transparente...de certa forma inocente e verdadeiro!
Todas estas palavras me fazem lembrar uma imagem que não esqueço...uma imagem de um sorriso teu que, ao longo destes anos...ficou para sempre e...tocou-me muito...
Nesse dia descobri que não percebia bem quem tu eras...mas senti que...não tencionava conhecer-te...para mim...eras, és, e serás...especial.
Considerei-te desde esse dia, como uma espécie de anjo...que não se conhece...mas que torna esse pormenor de total desconhecimento numa sensação boa...que me faz acalmar sempre que me lembro...um pensamento de inocência e...transparência de alma...

Este poema que escreveste descreve um pouco de ti, algo que agora conheço melhor...mas que em nada altera a forma como te via..melhora até...porque...não sei..parece que já me pertencer, de certa forma...fazes parte da minha alma...
penso que é assim a expressão...

Antes de ver aquele sorriso de que falo, um dia, achava-te diferente...via-te como alguém diferente...mas depois percebi que as outras pessoas é que são todas iguais...todas de uma personalidade infinita e indecifrável...
é bom Ter-te por perto...como essa imagem que diz tanto...

Andreia Lourenço |DEKITAH|

Anónimo disse...

Ruben...
Não tenho palavras para descrever o que senti quando li isto..é algo confuso mas, ao mesmo tempo, perfeitamente transparente...de certa forma inocente e verdadeiro!
Todas estas palavras me fazem lembrar uma imagem que não esqueço...uma imagem de um sorriso teu que, ao longo destes anos...ficou para sempre e...tocou-me muito...
Nesse dia descobri que não percebia bem quem tu eras...mas senti que...não tencionava conhecer-te...para mim...eras, és, e serás...especial.
Considerei-te desde esse dia, como uma espécie de anjo...que não se conhece...mas que torna esse pormenor de total desconhecimento numa sensação boa...que me faz acalmar sempre que me lembro...um pensamento de inocência e...transparência de alma...

Este poema que escreveste descreve um pouco de ti, algo que agora conheço melhor...mas que em nada altera a forma como te via..melhora até...porque...não sei..parece que já me pertencer, de certa forma...fazes parte da minha alma...
penso que é assim a expressão...

Antes de ver aquele sorriso de que falo, um dia, achava-te diferente...via-te como alguém diferente...mas depois percebi que as outras pessoas é que são todas iguais...todas de uma personalidade infinita e indecifrável...
é bom Ter-te por perto...como essa imagem que diz tanto...

Andreia Lourenço

Anónimo disse...

Tá muito giro, nem acredito que foste tu que fizeste (nao tenho jeito para fazer comentarios)