terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Oscar "Ranhoso Carniceiro" Selvagem

"hoje só escrevi o que tudo me fez sentir, amanha também escrevo o que te fez sorrir o sentir" Oscar "Ranhoso Carniceiro" Selvagem

Dói mais saber da ferida,
que o fazer quando se perdida.
Quando se achada, a pele rasgada,
Abatida, fica-se bem amada
pela dor atraiçoada.
Acalmada, enraivada pelo pior
mais descançada,
de si menor com a dor apanhada.

sem a cor o sol não brilha,
com ardor o calor se se cria.

a aranha desce na fresca no rasgo,
o Fresco dorme no engasgo.
Apanhado fica-se então,
sem a assuprar ou pôr a mão.

o bixo está contente,
tem sangue foi presidente.
O Senhor está triste,
tem tudo, é omipresente.

Morreu a aranha pequena,
bebeu morreu de bariga plena.
Ficou-se morta deitada,
Do Homem mal destroçada.

Sem saber de quem era a culpa,
tropeçou, o cadaver do bixo,
só rebolou, tavez pelo capricho
de Tudo, sem teto ou Futuro.




Run away, the melody is the one who knows the way,
because you have the real music felling,

don´t worry, be mad. (not sad happiness men)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O poeta pára, para respirar, e amar

pudesse eu ser outro,
quisesse eu ser outro, porque querer é poder.
e eu, eu nao quero.
A maior pergunta, é: para quê?

para quê viver?
outros faram a pergunta que sera sua oposta, para quê perguntar?
Talvez a estes viver nao lhe traga o esforço.
E me dirão num suspiro fresco, "porque não?"
"porque não?" é a simples oposiçao, mas a razão esta no mais simples,
e simples sera o nada, (o nao), o nao viver,
afinal para quê?

"O poeta pára, para respirar, e amar"

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Que dificil que é ter-te apenas sonhado


que dificil que é ter-te sonhado
apenas, a minha ideia é q te criou
e te deixou sozinha, no meu pensamento.
Sem uma fotografia de um sorriso teu
daquele momento que assim seria sempre Meu
claro, sorrido de um beijo que nao existe.

Tenho pena de ti meu Amor,
pena por nunca teres existido
como existo, poderes respirar
e sentir o verbo "amar".
Dares um sentido á tua vida,
e poder se-lo e senti-lo
e assim ter saida. Fazendo parte
da minha vida.

à uma saida do sonho que eu preciso,
talvez outro beijo, outro sorriso.
Matar-me outra vez com desejo, fortemente
ideia de evasao, e com o coraçao matar
outra vez a emoção pelo 12º piso.

Cair em ti amor, sentir todo o teu calor
a tua crença, criaste em mim como uma doença
que és! que de pobre tom vives apenas na ideia.


"beijo do baton vermelho"