quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O poeta pára, para respirar, e amar

pudesse eu ser outro,
quisesse eu ser outro, porque querer é poder.
e eu, eu nao quero.
A maior pergunta, é: para quê?

para quê viver?
outros faram a pergunta que sera sua oposta, para quê perguntar?
Talvez a estes viver nao lhe traga o esforço.
E me dirão num suspiro fresco, "porque não?"
"porque não?" é a simples oposiçao, mas a razão esta no mais simples,
e simples sera o nada, (o nao), o nao viver,
afinal para quê?

"O poeta pára, para respirar, e amar"

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Que dificil que é ter-te apenas sonhado


que dificil que é ter-te sonhado
apenas, a minha ideia é q te criou
e te deixou sozinha, no meu pensamento.
Sem uma fotografia de um sorriso teu
daquele momento que assim seria sempre Meu
claro, sorrido de um beijo que nao existe.

Tenho pena de ti meu Amor,
pena por nunca teres existido
como existo, poderes respirar
e sentir o verbo "amar".
Dares um sentido á tua vida,
e poder se-lo e senti-lo
e assim ter saida. Fazendo parte
da minha vida.

à uma saida do sonho que eu preciso,
talvez outro beijo, outro sorriso.
Matar-me outra vez com desejo, fortemente
ideia de evasao, e com o coraçao matar
outra vez a emoção pelo 12º piso.

Cair em ti amor, sentir todo o teu calor
a tua crença, criaste em mim como uma doença
que és! que de pobre tom vives apenas na ideia.


"beijo do baton vermelho"

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Sonhado baton vermelho


Sonhado baton vermelho

baton vermelo, cheiros doces
cores acção e emoção, "on"!
Ai cada beijo que demos
na mesa, da escola, do teatro
do Club, dos bem amados
nós sempre o fomos.

O nosso lar era todo rosa
era tudo para alem de só
amor, rasgado em cor, clemente
entrada para um céu donde eu nunca,
nunca saí, vivi no sonho.
Fui personagem principal no erredo
onde tanto prazer ataca com medo.

Sempre soube, se forte fosse
fraco seria ao ficar só, de bela princesa
que me aquece cada sonho, em vermelho
primeira cena do beijo, é só assim
que o vejo, á entrada te espera
uma rosa, na cabeceira de madeira
por cada toque que nao me deixa a ideia,
respirar cheiros de beijos fortes,
se pelo menos ao acordar dos sonhos
não fosses tao "cortes", Mas num retrato
retro eu os ponhos, cada imagem minha.

O que a ideia me fazia, fazendo me perde-la
todo o juizo que a nobreza deve ter contigo,
daqueles abraço e beijo contido, um "adeus"
que por mim não foi merecido, em tons de Creme
Não acordasse eu no vazio, como um Verme.

Passeavas-te tu, nesse teu carro que continua
na ideia, como continuação dos teus cheiros,
Como se depois do desejo, encostavas os ceios
com uma nobreza verdejante, como eu gosto
de ser teu amante, nobre continuação de mim
Se pelo menos não fosse tao vermelho assim.

"beijo do baton vermelho"